AS TRILHAS MAIS DIFÍCEIS DO RIO

01/12/2018 0 Por Natália Alves

Se existe uma forma barata, mas às vezes não muito fácil, de conhecer as belezas naturais do Rio de Janeiro, é fazendo trilhas. A cidade oferece incontáveis opções que desembocam em cachoeiras, praias e mirantes de tirar o fôlego. Se você é uma guerreira, ou guerreiro, e desbravador dos 7 mares e montanhas, essas daqui são pra você. Lembrando que todas essas nós recomendados fortemente que façam com um guia:

 

  • Pedra da Gávea: não pense você, que não vai caminhando nem até a padaria da esquina da sua casa, que vai fazer a trilha mais difícil da cidade e vai conseguir chegar lá em cima inteiro. A Pedra da Gávea é a única na capitalque oferece risco de morte. A tal da carrasqueira não é temida à toa, dá mole e vai sem equipamento pra você ver. Quando abrir o olho pode dar bom dia pra Jesus. Tempo médio só de subida: 3 horas. Leia o relato completo da Suzanne aqui:

 

  • Praias Selvagens de Guaratiba: as cinco praias selvagens não têm esse nome e nem ficam praticamente desertas a toa. Pra conseguir chegar até a Praia do Inferno, que é a última e onde tem o Vale da Lua, o trilheiro precisa atravessar a Praia do Perigoso, Praia das conchas, Praia do Meio e Praia Funda em um percurso de quase 10 km de extensão (isso só a ida, minha gente!). O caminho fica complicado na Praia do Meio onde é preciso descer de corda até a areia e quando a mata fecha na altura da Praia Funda. Além disso, é sol o tempo inteiro na cabeça. Vá de boné, repelente e muita disposição. Eu voltei chorando. Veja no vídeo abaixo nossa saga por lá:

 

  • Travessia Petrópolis – Teresópolis: essa é tão puxada que nem eu ainda tive coragem de fazer. São 30 km (TRIN-TA!) e três dias de duração. É muito recomendada para quem deseja se aventurar, ou já pratica, no trekking. Ela tem início no Parque Nacional da Serra dos Órgãos e presenteia o trilheiro com belíssimas cachoeiras como a Véu da Noiva. Tem camping no meio do caminho e abrigos que alugam barraca e chuveiro para banho. Não faça esse percurso no verão porque é muito chuvoso. A melhor época é no inverno, mesmo com a neblina.
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