54 Coisas para fazer no Centro do Rio

14/04/2020 0 Por Natália Alves

Foto Reprodução Internet

Que o nosso centro é recheado de boas atividades pra fazer, ninguém duvida, embora muita gente ainda acredite que por se tratar de “centro” não ofereça tantas opções de lazer como a zona sul. Ledo engano.

Listo abaixo tudo que você pode fazer pela região central do Rio. E o melhor, gastando pouco ou quase nada. Isso porque essa região possui ótimas opções de museus gratuitos (ou com dias gratuitos), além de lugares centenários e históricos. Lembrando que a região central compreende as regiões do centro financeiro, Lapa, Gamboa e Saúde. Santa Teresa também se enquadra na região central, mas já tem uma matéria específica sobre esse bairro aqui porque lá tem muuuitas outras coisas pra fazer.

1) Visitar a Confeitaria Colombo e tomar o melhor cappuccino da cidade

A Confeitaria Colombo é uma parada obrigatória para conhecer no centro. Com seus vitrais franceses gigantescos e uma arquitetura ímpar, o cappucino daqui é o mais gostoso que já experimentei até hoje. Não se deixe desanimar pelas filas enormes e tente dar um pulo por lá.

2) Samba na Pedra do Sal

Reduto do samba no coração do centro, a Pedra do Sal é histórica por abrigar uma história riquíssima relacionada a cultura negra, já que era lá que os antigos escravos – ao chegarem no porto – se reuniam para confraternizar. Os dias que mais bombam são segunda e sexta à noite.

Pedra do Sal/Foto autoral

3) Provar o famoso Angu do Gomes

Um restaurante que começou sendo uma carrocinha de angu na rua em frente ao prédio conhecido como ‘The Noite’ (que existe até hoje na Praça Mauá) e que conquistou famosos como Tim Maia.

Angu do Gomes/ Foto Divulgação

4) Conhecer o simpático Morro da Conceição

Pouca gente conhece esse cantinho na cidade que rende altas fotos legais. Não é um local perigoso e ainda tem um bar super charmoso que é o Imaculada, onde bebe-se na calçada em um clima quase que de uma vila.

Morro da Conceição em frente ao Bar Imaculada

5) Ir na Fábrica Bhering em Santo Cristo

A antiga fábrica de chocolates é uma verdadeira joia no bairro de Santo Cristo, região central do Rio. Próximo da rodoviária, o local abriga diversos tipos de lojas nos muitos andares do seu prédio rústico e um circuito com comidinhas, shows e outros aos primeiros sábados do mês.

Fábrica Bhering/ Foto Viva Cultura

6) Assistir ao pôr do sol no Bar do Omar

Ainda em Santo Cristo, um bar com uma vista sensacional é o Bar do Omar. Aqui, as praias dão lugar aos prédios arranha-céu oferecendo uma vista muito particular do cenário que os turistas não conhecem.

Bar do Omar/Foto Bafafá

7) Visitar o Museu do Amanhã

Um dos museus mais badalados e ‘instagramáveis’ fica na Praça Mauá. O Museu do Amanhã é o único museu com acervo 100% digital e se renova a cada acontecimento marcante no mundo.

Museu do Amanhã/ Foto Autoral

8) Visitar o Museu de Arte do Rio (MAR)

Coladinho no Museu do Amanhã, ainda na Praça Mauá, tem o MAR, o Museu de Arte do Rio. Inclusive, ele possui venda casada com o Museu do Amanhã no site. A vista do terraço desse museu é linda.

Museu de Arte do Rio/ Foto Folha Uol

9) Tirar foto no maior grafite da América Latina (Kobra na Praça Mauá)

Mural Etnias, batizado como Todos somos um, é um painel situado no bairro da Gamboa. Com 15 metros de altura e 170 metros de comprimento, foi pintado pelo artista Eduardo Kobra na fachada de um antigo armazém em virtude dos Jogos Olímpicos de Verão de 2016. Situa-se em frente à Parada dos Navios/Valongo do VLT Carioca, na Orla Conde. Seu principal tema é a união dos povos da terra e da diversidade dos grupos étnicos dos cinco continentes.

Mural Kobra/ Foto Deixa de Frescura Blog

10) Tomar cerveja em um depósito da Lapa

A Lapa tem muitos barzinhos bacanas para conhecer, porém, o carioca raiz bebe mesmo em pé nos depósitos pelo fato da bebida ser mais em conta. Só no Largo da Lapa, próximo ao Hotel Selina, e na Rua da Lapa, possuem diversas opções. Outro bem famoso é o ‘Litrão da Lapa’ na Av. Mem de Sá ao lado do Arcos Rio Palace Hotel, que oferece cerveja de litro a preços populares.

11) Comer o cordeiro do Nova Capela

O restaurante centenário (1903) na Lapa faz sucesso por um prato que executa à perfeição: o cordeiro. Acompanhado de batatas cozidas coradas e arroz de brocólis, é a pedida de 9 a cada 10 clientes.

12) Restaurante alemão Bar Brasil com mais de 100 anos

O Bar Brasil abriu as portas do seu sobrado histórico pela primeira vez em 1907, no coração da Lapa, trazendo boas opções de gastronomia alemã para a Cidade Maravilhosa. Naquela época ainda se chamava Bar Zeppelin, mas acabou ficando conhecido como Germânico. O nome atual só foi adotado durante a segunda guerra mundial, para evitar as represálias de quem associava o restaurante alemão de donos austríacos ao nazismo.

Bar Brasil/ Foto Divulgação

13) Comer a salada de batatas e experimentar o chopp das serpentinas mais antigas no Bar Luiz

Conhecido pela qualidade do seu chope – um dos melhores da cidade – e de sua típica gastronomia alemã, o Bar Luiz tem sido testemunha ocular dos eventos ocorridos nos últimos séculos no Rio de Janeiro. Patrimônio histórico-cultural da cidade, existe desde 1887 e também precisou trocar de nome (antes era Adolf) para não ser associado ao nazismo durante a Segunda Guerra Mundial.

Bar Luiz/ Foto autoral

14) Feira do Lavradio/Feira do Rio Antigo

A feira de antiguidades acontece todo 1° sábado do mês ao ar livre há 20 anos e concentra um enorme pólo gastronômico, de arte e música na Rua do Lavradio, na Lapa. São várias barracas de artesanato, roupa, itens antigos como móveis, prataria, quadros e muito mais. Uma ótima programação para toda a família.

Feira do Rio Antigo/ Foto Diário do Rio

15) Pegar o Bondinho de Santa que sai do Largo da Carioca

Chegar em Santa Teresa de ônibus ou Uber nunca terá a mesma graça do que subir no Bondinho. Ele sai da estação que fica atrás do prédio Edise, sede da Petrobrás, no Largo da Carioca e o bilhete custa R$20,00.

Bondinho de Sta Teresa no Largo da Carioca/ Foto autoral

16) Conhecer a Catedral Metropolitana do Rio

Foi inaugurada em 1979, substituindo, como catedral da cidade, a Igreja de Nossa Senhora do Carmo. O projeto é do arquiteto Edgar de Oliveira da Fonseca: segundo alguns, inspirado nas naves do Projeto Apollo, como símbolo do futuro, segundo outros, inspirado nas pirâmides maias. A porta principal é formada por relevos em bronze e tem, como tema, a fé.

17) Ir no Real Gabinete Português de Leitura, a Hogwarts carioca

Eleito em 2014 a quarta biblioteca mais bonita do mundo, o Real Gabinete tem sua fachada inspirada no monumental Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa – feita com pedras trazidas de navio de Portugal para o Rio – e possui o maior acervo de obras lusitanas fora de Portugal.

Real Gabinete Português de Leitura/ Foto Autoral

18) Fazer uma pré no Bar da Cachaça

Queridinho dos universitários e dos turistas mais alternativos, o Bar da Cachaça na Lapa reúne descontração e muita cerveja gelada na calçada que fica tomada por mesas e cadeiras de plástico recheadas de gente. Também possui um acervo de cachaças dos mais variados tipos e lugares.

19) Jazz no Bar do Nanam

Toda quarta rola nesse beco, na Rua Imperatriz Leopoldina, na Praça Tiradentes, música boa ao ar livre que reúne uma galera jovem e descolada. O ambiente é de rua e super democrático. Sintetiza a essência purinha do Rio!

Jazz no Nanam/ Foto Vai dançar

20) Passear pelos becos do Arco do Teles

Um cantinho recheado de histórias é o Arco do Teles, próximo à Praça XV. Além dos bares e restaurantes que fervem durante o happy hour dos dias de semana, também são promovidos passeios culturais pelo local onde o visitante pode conhecer um pouco mais da história do Rio Antigo e apreciar as construções históricas.

Beco do Teles/ Foto autoral

21) Exposição no CCBB

Um dos centros culturais gratuitos mais importantes da cidade. Já trouxe belíssimas e preciosas exposições como a de Van Gogh, Salvador Dalí, Yayoi Kusama, Surrealismo, Egito Antigo e Castelo Rá Tim Bum, para citar algumas. Sempre pensam na melhor forma de comunicar ao público a verdadeira arte mundial.

CCBB/ Foto autoral

22) Exposição no Paço Imperial

Outro lugar bem gostoso e bacana de conhecer, que também possui entrada gratuita, é o Paço Imperial. Antiga residência do governador e do Vice-Rei no século XVIII, o Paço Imperial no Rio de Janeiro foi o centro das movimentações políticas e sociais da época, registrando importantes fatos históricos do Brasil Colônia, Real e Imperial. Entre eles, o Dia do Fico, a Abolição da Escravidão e a Proclamação da Independência do Brasil. Em 1808, com a vinda de Dom João VI, o local passou a se chamar Paço Real e recebeu o atual nome em 1822, com Pedro I e Pedro II, até a Proclamação da República, em 1889.

Em 1938, o Paço Imperial foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) / Ministério da Cultura e em 1985, depois de restaurado, tornou-se um centro cultural vinculado ao IPHAN. Mais do que um museu, o Paço Imperial é um espaço voltado para a pesquisa e a produção de conteúdo e para o mapeamento, o incentivo e a difusão de manifestações artísticas e intelectuais.

23) Pegar as barcas na Praça XV

As barcas que saem diariamente em vários horários na Praça XV podem te levar para dois destinos bacanas de serem visitados: Niterói e Paquetá, sendo esse segundo um bairro super pitoresco e bucólico do Rio. O mais legal do caminho é ver de pertinho a Baía de Guanabara

24) Ver alguém tocar piano na Caixa Cultural

A Caixa Cultural é outra instituição que oferece cultura gratuita e a preços acessíveis para a população. Além das exposições gratuitas, tem sessões de cinema e peças de teatro a preços populares, mas o que eu mais amo na Caixa é a oportunidade de dar uma descansada durante o dia observando alguém tocar o piano que fica disponível no hall de entrada. Já vi desde entregadores de farmácia a artistas que vivem de música dando uma palhinha por lá.

Piano da Caixa Cultural/ Foto autoral

25) Andar de VLT

O VLT, ou Veículo Leve sobre Trilhos, é um transporte público que nasceu para dar mais mobilidade às pessoas que transitam pelo centro. Antes do VLT o trânsito era insuportável, agora é possível se deslocar com maior fluidez desde o Aeroporto Santos Dummond até a Rodoviária Novo Rio. Além disso, é super charmoso e nos dá a sensação de estar na Europa, principalmente porque o modelo de cobrança é parecido. Não há um cobrador, apenas máquinas que aceitam Bilhete único e RioCard – os cartões de transporte público daqui. É possível adquirir um em cada estação, mas não se engane. Tem diversos fiscais responsáveis por checar se cada um pagou sua passagem direitinho, por isso, não tente bancar o espertinho (a) aqui.

VLT/ Foto autoral

26) Cerveja no Amarelinho

Na Cinelândia tem um restaurante muito icônico que abrigava estudantes perseguidos pela ditadura militar e foi cenário e palco de muitos acontecimentos históricos. Localizado bem no coração da praça, entre a Supremo Tribunal Federal e o Theatro Municipal, ainda oferece ótima comida e chopp cremoso gelado.

27) Assistir a uma ópera no Theatro Municipal

Não precisa ser uma ópera, mas conhecer o nosso Theatro Municipal é tarefa obrigatória para todos que apreciam arte, cultura e história. Tem visita guiada  , todos os tipos de concertos e óperas, além de ser de uma exuberância sem tamanho.

Theatro Municipal/ Foto autoral

28) Conhecer o Museu de Belas Artes

Projetado em 1908, é a instituição que possui a maior e mais importante coleção de arte brasileira do século XIX, concentrando um acervo de cem mil itens entre pinturas, desenhos, gravuras, esculturas, objetos, documentos e livros. É belíssimo e possui uma galeria incrível de esculturas estrangeiras.

Museu de Belas Artes Rio/ Foto autoral

29) Consultar um livro na Biblioteca Nacional

Com mais de 200 anos de história, é a mais antiga instituição cultural brasileira. Possui um acervo de aproximadamente 9 milhões de itens e, por isso, foi considerada pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) como uma das principais bibliotecas nacionais do mundo.

Biblioteca Nacional do Rio/Foto autoral

30) Tirar foto do relógio da Central e falar que é o Big Ben

Se Londres não vai até você, vá até o relógio da Central do Brasil – a estação de trem mais famosa do país – e garanta seu click. Brincadeiras à parte, só cuidado com o celular nessas horas. Procure ir em dias e horários de maior movimentação (dias de semana no horário comercial).

31) Comer o salgado de R$1 do Freguesão

Essa dica são para os estômagos que topam qualquer parada. O salgado do Freguesão, na Rua do Lavradio em frente à delegacia de polícia, começou sendo uma estufinha de salgados a R$1,00 e acabou se transformando em uma super loja com comida a quilo e tudo, mas sem esquecer dos salgados, claro, que continuam com o mesmo valor de sempre. São vários tipos de salgados com recheios diferentes. Eu sempre vou no enroladinho de salsicha. hehe. Mas atenção: os tamanhos não são enooormes, mas com 3 você já mata sua fome!

Salgado de R$1,00/ Foto autoral

32) Pagar de gringo no rooftop do Selina

O hostel/hotel mais descolado do centro, quiçá da cidade, com certeza é o Selina, uma rede de hospedagem com unidades em várias partes do mundo como Costa Rica, Portugal. Espanha, Bolívia, Colômbia, México, e outros. Tem livre acesso a não hóspedes em áreas como lounge, bar e o rooftop que é maneiríssimo. Mas atenção: não espere atendimento e serviço de princesa ou príncipe, aqui os funcionários são viajantes e o clima é de total informalidade e descontração.

Rooftop Selina Lapa/ Foto autoral

33) Assistir a um show na Fundição Progresso e no Circo Voador

Dois ícones da história da cidade, a Fundição Progresso e principalmente o Circo Voador, foram palcos de grandes shows, comícios e momentos emblemáticos do Rio.

Palco do Circo Voador / Foto Kamasi Washington

34) Beber caipirinha e tequila de “etanol” na Lapa e ter a maior ressaca da vida

Outra particularidade da Lapa é chegar e não saber como foi embora, bem ao estilo de uma cena de “Se beber, não case”, mas calma, é possível ter total controle sobre os seus atos se você souber onde beber, mas se a ideia é ter a maior ressaca da vida, aposte nas tequilas que circulam livremente nas bandejas pelas ruas e nas tais caipirinhas de 500 ml das barraquinhas que ficam embaixo dos Arcos. É batata! Tiro e queda certos na hora da noitada bombástica. Prepare o Engov!

35) Visitar o AquaRio

O maior aquário marinho da América Latina abriga nada mais nada menos do que mais de 5 mil tipos de peixes de 350 espécies diferentes do Brasil e do mundo! São 26 mil metros quadrados e 4,5 milhões de litros de água em uma única área.

AquaRio / Foto autoral

36) Ir na Escadaria Selarón e tirar todas as pessoas no Photoshop

Embora seja difícil achar um dia e horário propícios para visitar a famosa escadaria de azulejo sem que estejam 5859 pessoas atrás na sua foto, essa não é uma tarefa impossível. Os melhores horários são na parte da manhã, de 7h às 9h ou dias de semana depois das 15h, 16h, mas se não conseguir cair da cama a tempo, ou não der sorte, sempre vale aquele truquezinho básico de tirar todo mundo pelo Photoshop mesmo ou ir bem lá pro fundo da escada com fizemos abaixo:

Escadaria Selarón/Foto autoral

37) Assistir a uma peça no Teatro Riachuelo

O antigo cinema do Passeio, Cine Palácio (saudades dos bilhetes de R$5,00), deu espaço para o Teatro Riachuelo, uma construção imponente com excelentes espetáculos em cartaz (bem ao estilo ‘Broadway’).

38) Ver filme no Odeon

Um cinema de rua que eu sou incontestavelmente apaixonada. O único cinema de rua do centro e ainda por cima o que recebe grandes estreias internacionais e festivais maravilhosos como o Varillux Cinema Francês e Festival do Rio. Sua arquitetura é lindíssima! Ah! E ele fica bem pertinho do restaurante Amarelinho que indicamos acima.

Cine Odeon

39) Conhecer o Cais do Valongo

Principal porto de entrada de africanos escravizados no Brasil e nas Américas, o Cais do Valongo passou a integrar Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em 1º de março de 2017. O Brasil recebeu perto de quatro milhões de escravos, durante os mais de três séculos de duração do regime escravagista. Pelo Cais do Valongo, na região portuária da cidade, passou cerca de um milhão de africanos escravizados em cerca de 40 anos, o que o tornou o maior porto receptor de escravos do mundo.

40) Samba no Largo da Prainha

Bem próximo ao Cais do Valongo e ao lado do samba da Pedra do Sal (nossa segunda dica dessa lista), tem o Largo da Prainha com barracas de comida e artesanato, um bar muito legal (a Casa Porto) e samba.

Samba da Prainha/ Foto autoral

41) Fazer compras no Saara

O maior complexo de compras ao ar livre que você encontrará no Rio. Nossa 25 de março é composta pelas ruas da Alfândega, Passos, Buenos Aires, Andradas e Uruguaiana. Vale muito a pena para comprar lembranças mais baratas, roupa, sapato, artigos de casa e até eletrônicos. Só cuidado com os charlatões. As épocas mais cheias são Natal, Carnaval e Dia das Mães.

Saara/Foto autoral

42) Tomar uma laranjada com pastel no Saara

Se você estiver pelo Saara, não deixe de tomar uma laranjada com pastel na Pastelaria Chic. Essa lanchonete parece que parou no tempo e serve fichas coloridas para a retirada no balcão, além de fazer a laranjada mais gostosa da cidade. Uma ótima opção para se refrescar no calor do centro da cidade.

43) Conhecer o árabe Sírio e Libanês

Um dos mais tradicionais árabes da cidade também está no Saara, na Rua Senhor dos Passos, 217. Com preços justos e comida farta, o que tem de “simples” tem de gostoso. Já ganhou até prêmio da Veja Rio Comer e Beber.

44) Almoçar na Leiteria Mineira

Tem matéria aqui no site sobre esse restaurante com mais de 100 anos de tradição e que é parada obrigatória para quem deseja descortinar o Rio de antigamente. Nas paredes, diversas reportagens e fotos do passado e garçons que estão há mais de 30 anos trabalhando por lá. Tradição e qualidade!

Leiteria Mineira/Foto Autoral

45) Museu Histórico Nacional

Museu de história nacional alojado em um antigo forte militar tornou-se o mais importante museu de história do país, reunindo um acervo com cerca de 258 mil itens, entre objetos, documentos e livros, e sendo uma instituição de produção e difusão de conhecimento. Tem uma arquitetura incrível!

Museu Histórico Nacional/Foto Autoral

46) Centro Cultural Justiça Federal

Centro Cultural Justiça Federal é um espaço reconhecido por incentivar e garantir o acesso da população às diversas formas de expressão cultural, abrigando exposições, peças teatrais, espetáculos de dança e de música, mostras de cinema, cursos, seminários, palestras, dentre outras. Vinculado à Presidência do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, ocupa a antiga sede do Supremo Tribunal Federal na cidade do Rio. Foi construído em 1905.

47) Conhecer o Centro Cultural dos Correios

O imóvel foi inaugurado em 1922. As linhas arquitetônicas da fachada, em estilo eclético, caracterizam o prédio do início do século, construído para sediar uma escola do Lloyd Brasileiro. Mas isto não ocorreu e o prédio foi utilizado, por mais de 50 anos, para funcionamento de unidades administrativas e operacionais dos Correios. Na década de 80, o imóvel foi desativado para reformas, sendo reaberto em 2 de junho de 1992.

Centro cultural dos Correios/ Foto divulgação

48) Comer o sanduíche do OPUS

Talvez o sanduíche que mais resiste ao tempo na cidade. A lanchonete OPUS com 52 anos de tradição na Rua Gonçalves Dias serve o famoso ‘Sanduíche de Pernil’ – o pernil, assado lentamente com ervas, temperos e cebolas, no pão francês, cortado em fatias fininhas e suculentas, acompanhado do seu próprio molho, e de abacaxi e queijo. Na casa ainda são servidos sanduíches de carne assada, tender, linguiça mineira e salaminho, que aparecem também em porções para petiscar.

Opus/ Foto divulgação

49) Happy Hour na Rua do Ouvidor

Não deixe de cair no samba, pagode, sertanejo ou eletrônico (tem pra tooooodos os gostos!) no happy hour da Rua do Ouvidor. São vários bares e restaurantes com andar para dançar, além de boas opções gastronômicas como o Bar Léo.

50) Conhecer o Mosteiro de São Bento

Um recanto de paz e silêncio (muito silêncio) em meio a selva de pedra. O Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro foi fundado em 1590 por dois monges vindos do Mosteiro da Bahia em 1589, vinte e quatro anos depois de fundada a cidade. Foi a segunda Ordem religiosa a estabelecer casa no Rio de Janeiro, sendo os beneditinos antecedidos apenas pelos jesuítas. Em 1596 já estava o Mosteiro consolidado, em local apropriado, onde ainda se encontra, sendo nessa ocasião erigido em Abadia. Tem como padroeira Nossa Senhora do Monserrate e integra a Congregação Beneditina do Brasil, que compreende hoje sete mosteiros masculinos e dezesseis femininos. Aos domingos, de manhã, tem missa com canto gregoriano.

Mosteiro de São Bento/Foto autoral

51) Show no Rio Scenarium

A maior casa de samba voltada para turistas. Repleta de artigos vintage, possui 3 enormes andares e recebe grandes nomes do samba em sua extensa programação. Já passaram por lá Jorge Aragão, Diogo Nogueira, e outros. Praticamente uma casa de show misturada com museu.

Rio Scenarium/ Foto autoral

52) Passeio na Ilha Fiscal

Talvez o passeio mais inusitado do centro. Isso porque, esse monumento bem no meio da Baía de Guanabara, além de ser um belíssimo e grandioso palacete que hoje funciona como museu, é um passeio onde chega-se de barco. E ao chegar do outro lado, a sensação é de estar em outra cidade em questão de minutos. Vale muito a pena! Aqui foi o local onde foi realizado o último baile da época do Império. Dá para conferir de perto móveis, roupas e artigos da época imperial. O passeio é adquirido no Espaço Cultural da Marinha na Praça XV.

Ilha Fiscal/Foto autoral

53) Casa França Brasil

E por fim, mas não menos importante, vale a pena emendar o passeio do CCBB na Casa França Brasil, que fica bem do ladinho. O edifício onde hoje funciona a Casa França-Brasil já foi palco de eventos importantes de nossa História. Encomendado em 1819 por D. João VI à Grandjean de Montigny, arquiteto da Missão Artística Francesa, a obra em si é um documento histórico importante. Trata-se do primeiro registro do estilo neoclássico no Rio de Janeiro, tendência que viria então a popularizar-se, dando à cidade marcada por suas casas coloniais um tom mais cosmopolita, à moda europeia. A Casa é hoje um pólo de difusão de cultura e referência em arte contemporânea. São oferecidos cursos, seminários, ciclos de palestras, entre outros projetos, além da programação de exposições. A instituição possui sala de leitura e disponibiliza ao público, para consulta no local, um acervo diversificado de catálogos e livros de arte contemporânea.

54) Dar um rolé na maior roda gigante da América Latina:

Com 88 metros de altura, 54 cabines e com capacidade para transportar até 432 pessoas a cada 20 minutos, que é a média de duração de uma volta completa, ela está situada na Orla Conde, também chamada Boulevard Olímpico, na zona portuária do Rio de Janeiro, Brasil, ao lado do AquaRio, também o maior aquário da América Latina. Tem matéria completa aqui.

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